Esperava um abraço forte, para confortá-la. Ele não deu. Ela se importaria se fosse a meses atrás quando sentia um vazio largo que parecia que nunca mais acabaria. A visão de estar centímetros do calor daquele corpo, já valia por milhões de abraços, não precisava mais disso.
Não sabia como agradecer tal companhia, ele o agradava de tal forma surpreendente. Bastava ver seu sorriso e a sua cabeça esvaziava rapidamente. Seu jeito de olhar era confortante, qualquer problema aquela hora não importava. Suas mãos firmes com toque delicado, basta. Queria congelar cada momento e viver com mais intensidade possível cada segundo que estava com aquele homem que fixava de "pequeno príncipe". Seu cavalheirismo e respeito podia ser comparado como de príncipes, tão significante.
Queria-lhe explicar tal importância que tinha na vida dela. Mas nenhuma explicação caberia em nenhum momento, seria como uma pedra nova. Medo de perda faz a sua omissão.
Sua confiança era maior que em qualquer outro familiar, sabia que ele nunca a faria mal algum. Suas intenções eram as melhores possíveis, ela enxergava isso. Na sua cabeça sempre teve a sensibilidade de descobrir emoções e decifrá-las, mas nunca explicá-las. Era impossível.
Os carinhos eram demasiados confortante. Seu entusiasmo por conversar de música boa era tão relaxante. Suas histórias a faziam perceber como sua companhia era especial. A cada dia ele se tornava o ator principal da sua peça.
Seu cheiro era excepcional, seu cheiro a fazia delirar tal como sangue para tubarões. Sentia fome da sonoridade de sua voz, era um remédio para seus ouvidos, seu corpo, sua dor. Seus olhos brilhavam como os olhos de uma criança chorosa. Os cabelos entrelaçavam-se nos dedos com facilidade, parecia de anjos como via em quadros, eram macios.
Cada riso a deixava mais a vontade, mais feliz.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
vivale
pálpebras rápidas sentem alívios repentinos, prazeres superficiais.
idealizando os objetivos mais cretinos. GRITO
Revolta do vício, e da auto-ajuda que realmente não funciona para ela.
O prazer de se consumir pela dor, vem a tona quando seu pensamento pula da janela
Seus ideais não são mais os mesmos, os copos não são os mesmos, os passos não são os mesmos.
Mudança a cada samba, uma hora rápida, outrora lenta..
lentidão melancólica, sangue, hormônios, amém.
o tempo não espera, a paciência se esgota, os outros..
morrem. Ela não se controla, se pudesse prender todos e fizesse que ninguém se machucasse
Seu choro acorda a vizinha puta xereta. Fuck her. Sua respiração na velocidade do choque que tomou por não se prevenir do que diziam do futuro. Cuidado. As pessoas mudam, te machucam, e vão embora.
Tem o poder de sensibilidade. Bom para uns, horrível para ela.
Quer pisar em toda "bad" que chegava..
Assim, como tal clichê, acaba sem sequelas complexas.
idealizando os objetivos mais cretinos. GRITO
Revolta do vício, e da auto-ajuda que realmente não funciona para ela.
O prazer de se consumir pela dor, vem a tona quando seu pensamento pula da janela
Seus ideais não são mais os mesmos, os copos não são os mesmos, os passos não são os mesmos.
Mudança a cada samba, uma hora rápida, outrora lenta..
lentidão melancólica, sangue, hormônios, amém.
o tempo não espera, a paciência se esgota, os outros..
morrem. Ela não se controla, se pudesse prender todos e fizesse que ninguém se machucasse
Seu choro acorda a vizinha puta xereta. Fuck her. Sua respiração na velocidade do choque que tomou por não se prevenir do que diziam do futuro. Cuidado. As pessoas mudam, te machucam, e vão embora.
Tem o poder de sensibilidade. Bom para uns, horrível para ela.
Quer pisar em toda "bad" que chegava..
Assim, como tal clichê, acaba sem sequelas complexas.
sábado, 11 de junho de 2011
Ela chora de agonia, de tensão, de palpites desnecessários.. Acabou a liberdade? Não sente falta daquilo que a fazia bem.. nunca sentiu, era ilusão. Era apenas o acolhimento de qualquer estranho que passasse na rua.
A confusão virou a tona, os mágicos não sabia o que fazer com aquele rosto sincero, as mágicas não funcionavam mais. Pare de sentir menina, pare!
Os músculos complexa-dos se contraíram e ela parou de sentir.. o escuro tomou-a como um copo de café. Ao tardar aquele ferro velho em volta dela, sem coração, sem órgãos por dentro. A transformação não foi negativa.
Os batimentos agora eram de ansiedade, passos rítmicos, agoniza ansiedade da outra forma.
Não aguentou mais, o sentir impossibilitado de reciprocidade sempre esteve presente.
Contanto as visitas oportunas não faziam mais sentido. Ouviu-se um grito de dor.
Foi a unica coisa que se sentiu por não sentir nada.
A confusão virou a tona, os mágicos não sabia o que fazer com aquele rosto sincero, as mágicas não funcionavam mais. Pare de sentir menina, pare!
Os músculos complexa-dos se contraíram e ela parou de sentir.. o escuro tomou-a como um copo de café. Ao tardar aquele ferro velho em volta dela, sem coração, sem órgãos por dentro. A transformação não foi negativa.
Os batimentos agora eram de ansiedade, passos rítmicos, agoniza ansiedade da outra forma.
Não aguentou mais, o sentir impossibilitado de reciprocidade sempre esteve presente.
Contanto as visitas oportunas não faziam mais sentido. Ouviu-se um grito de dor.
Foi a unica coisa que se sentiu por não sentir nada.
translúcido chão
Minha caneca vazia de positivismo
visão distorcida de elementos naturais que se alinham
Um passo melado trazendo esperança
He's Dead!
Monótonos respiram a fumaça desperdiçada
Surgiu um sangramento no vidro do caos
contém vapor, sabor e fatos anteriores
'Tá tudo errado!' Grita o louco da praça
Ele está certo.
Estamos certos de que acaba o rumo e acaba o sonho
Volta-se as mesmices que transitam entre as minhocas da cabeça
Corte-me a cabeça e devolva o último cigarro.
visão distorcida de elementos naturais que se alinham
Um passo melado trazendo esperança
He's Dead!
Monótonos respiram a fumaça desperdiçada
Surgiu um sangramento no vidro do caos
contém vapor, sabor e fatos anteriores
'Tá tudo errado!' Grita o louco da praça
Ele está certo.
Estamos certos de que acaba o rumo e acaba o sonho
Volta-se as mesmices que transitam entre as minhocas da cabeça
Corte-me a cabeça e devolva o último cigarro.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
As idéias surgem de uma poeira invisível do luar
Enfim o trago que me relaxa os músculos e me preocupa a saúde
Ficar debruçada entre a janela semi-aberta que por acaso me constrange
Pessoas que passam e eu vejo pelos meus pensamentos ilusórios problemáticos
Será apenas eu a melancólica que afeta meu desejo?
Invejar, apesar de ser o mendigo
Aqueles sonhos deveriam ser de nós
Em certa altura morrerá na sargeta, os versos também
Máscaras que impõem o meu ego que não quero ter
Ser o que penso? .. penso tantas coisas!
Essência musical dos meus versos inúteis
"Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro."
Enfim o trago que me relaxa os músculos e me preocupa a saúde
Ficar debruçada entre a janela semi-aberta que por acaso me constrange
Pessoas que passam e eu vejo pelos meus pensamentos ilusórios problemáticos
Será apenas eu a melancólica que afeta meu desejo?
Invejar, apesar de ser o mendigo
Aqueles sonhos deveriam ser de nós
Em certa altura morrerá na sargeta, os versos também
Máscaras que impõem o meu ego que não quero ter
Ser o que penso? .. penso tantas coisas!
Essência musical dos meus versos inúteis
"Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro."
sábado, 26 de março de 2011
O cânhamo (Cannabis sativa, ruderalis e indica) é, desde a aurora da humanidade, conhecido por seus múltiplos usos, e durante séculos – até 1900, para ser mais exato – teve utilização maciça tanto como matéria prima para papel, tecidos e fibras como também para a produção de medicamentos. Somente nas primeiras décadas do século passado é que ele foi proscrito, em meio a disputas comerciais com o algodão e o nylon – carro-chefe da nascente indústria petroquímica. Sim, o plantio do cânhamo foi criminalizado somente por interesses comerciais, e muita gente lucrou com isso. Você não, certamente, mas teve gente que lucrou.
Uma indústria em pleno desenvolvimento foi então impedida de crescer, e o avanço tecnológico já alcançado foi posto em ostracismo. E quem mais perdeu com isso foi o planeta. Décadas de exploração irracional do petróleo o tornou recurso facilmente esgotável nos próximos trinta anos. A sangria de nossas florestas destrói 20 campos de futebol por hora. E a certo tempo, não restarão florestas nem “ouro negro” sob nossos pés. Um colapso energético é latente e previsível, aumentam as temperaturas, respira-se mal, o planeta seca, e quem é culpado? Nós mesmos, que permitimos leis ignorantes e mercadológicas que impedem uma solução ecológica e socialmente responsável: o cânhamo.
Além de matéria prima para tecidos, papel, fibras e cordames, a tecnologia atual já permite a fabricação de quase tudo que é feito de petróleo a partir do cânhamo. Excelente biocombustível, o óleo de suas sementes foi testado por Henry Ford, que inclusive construiu um carro de fibra de cânhamo mais resistente a colisões que os da época. Mas Ford também foi um dos que sofreram o baque da proibição. O projeto foi pra gaveta, e nossas crianças tomam banho de chuva ácida.
Já é possível até a fabricação de plástico a partir do óleo de cânhamo, sem contar seus inúmeros usos medicinais. Atualmente, cerca de 100 medicamentos são testados no mundo, a partir da fibra de cânhamo. Remédios para males como AIDS, câncer, glaucoma, esclerose múltipla, entre outros. É certo que pessoas continuem sofrendo se o alívio está aqui tão perto, testado e validado?
Hoje, o cânhamo é fonte de receita de diversos países, e não pense em Bolívia, Colômbia ou Marrocos. Experiências bem sucedidas de plantio ocorrem na França, na Holanda, em Portugal., na Grã-Bretanha e em diversos países europeus. O grande sucesso chinês se deve em parte ao cânhamo, visto que a China domina 80% deste mercado, com rendimentos anuais de 38 bilhões de dólares. E nós comemoramos nossa soja que dizima a Amazônia, brindamos nosso algodão que derrama anualmente 176 mil litros de pesticidas em nossos rios.
Em tempos de escassez de recursos não renováveis (guerras matam pelo que resta de petróleo no mundo, e sim, ele vai acabar) só uma mentalidade muito medíocre não nota que a grande saída é uma fonte renovável de energia, sazonal e de colheitas anuais. Enquanto dinossauros apodrecem para fazer um pouco de petróleo, almejamos uma colheita de cânhamo a cada ano, recurso inesgotável que depende apenas de duas coisas: consciência e trabalho.
Legalizar o cânhamo não passa apenas por vontade política. É, antes de tudo, uma questão de consciência. O que fazemos com o nosso mundo? Que planeta esperamos para daqui a cem anos? Se você se diz preocupado com as questões humanitárias, se te indigna o preço da gasolina, se você não concorda com a guerra por petróleo, se a novela das oito não é teu mentor intelectual, você também deve refletir esta questão. Legalizar o cânhamo, para fins industriais e de pesquisa, é um ato de amor, pelo planeta, pelo próximo e por nós e nossos descendentes.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Violinos tocam conforme os passos perigosos. clamam por desespero e por medo.
assisto os figurantes como os principais.. descontando a raiva em um hamburger e as batatinhas. O pensamento de justiça fala mais alto, grita. Os tiques de todo o corpo começam a aparecer e os sinais do sistema lentamente fazem sentido. Tudo, quente, dor, aflição, raiva.
Aquela ponta de lapis poderia estar em maos agora, rabiscar o passado fútil poderia ser mais um dos pesadelos que me fazem interromper meu sono. O susto do tiro e do grave.
A vontade imensa de presenciar uma grande quantidade de sangue naqueles plumas cheios de glitter. O alarme toca. Silencio, agora a vingança parecia estar de acordo..
Aquele escuro que antes me dava arrepios, agora, faz parte de mim.
assisto os figurantes como os principais.. descontando a raiva em um hamburger e as batatinhas. O pensamento de justiça fala mais alto, grita. Os tiques de todo o corpo começam a aparecer e os sinais do sistema lentamente fazem sentido. Tudo, quente, dor, aflição, raiva.
Aquela ponta de lapis poderia estar em maos agora, rabiscar o passado fútil poderia ser mais um dos pesadelos que me fazem interromper meu sono. O susto do tiro e do grave.
A vontade imensa de presenciar uma grande quantidade de sangue naqueles plumas cheios de glitter. O alarme toca. Silencio, agora a vingança parecia estar de acordo..
Aquele escuro que antes me dava arrepios, agora, faz parte de mim.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
enfia-me aquela palavra que mata pelas goelas, que desce e arranca meu único poder..
alimentou o vicio rapidamente, e quando se deu conta, nao encontrava mais nenhuma razão, por fim.
existência da fome, loucura..
encheu seus ouvidos de flores e armas
o que o ajudaria?
é , pisei no lado mais provável das escolhas absurdas e sem resposta
gritando ajuda enquanto todos riem e cospem na face machucada de palavras de consolo e conformismo para inocentes
nenhuma luz seria suficiente para acordar e..
-let it be
alimentou o vicio rapidamente, e quando se deu conta, nao encontrava mais nenhuma razão, por fim.
existência da fome, loucura..
encheu seus ouvidos de flores e armas
o que o ajudaria?
é , pisei no lado mais provável das escolhas absurdas e sem resposta
gritando ajuda enquanto todos riem e cospem na face machucada de palavras de consolo e conformismo para inocentes
nenhuma luz seria suficiente para acordar e..
-let it be
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
o desespero me engoliu, como o ácido me corroeu pelas madrugadas.. para reviver os meus passos agitados e alegres, sinto muito.
tráfego de descanso das almas consumida pela terra. como um copo de cerveja.
aquilo me consumiu. suspirei com todas as forcas alegóricas de diversão
derreteu meu piscar dos olhos e atropelou a minha verdade
minha unica verdade. E o drama se espalhou pela cama
com os gritos e berros jorrando sangue
as costas tremendo com o ardor do ódio.
Hoje eu vejo meu pobre descansar um lindo e belo sofrimento merecido.
tráfego de descanso das almas consumida pela terra. como um copo de cerveja.
aquilo me consumiu. suspirei com todas as forcas alegóricas de diversão
derreteu meu piscar dos olhos e atropelou a minha verdade
minha unica verdade. E o drama se espalhou pela cama
com os gritos e berros jorrando sangue
as costas tremendo com o ardor do ódio.
Hoje eu vejo meu pobre descansar um lindo e belo sofrimento merecido.
passagem
o som que corroe meus tímpanos e meu pulmão
aquele que atrai o pior para meu corpo. Meus erros e loucuras.
Mistério da ladeira que faz minha imagem descansar
pisou no meu futuro, destruiu minha picada de fé
a promessa que me fez prometer meu resto para os fundos do esquecimento
veio de tão longe para percorrer o meu bem estar
sonoros violentos que se acabam em segundos
procurar por mais seria me matar.
vai acordar?
aquele que atrai o pior para meu corpo. Meus erros e loucuras.
Mistério da ladeira que faz minha imagem descansar
pisou no meu futuro, destruiu minha picada de fé
a promessa que me fez prometer meu resto para os fundos do esquecimento
veio de tão longe para percorrer o meu bem estar
sonoros violentos que se acabam em segundos
procurar por mais seria me matar.
vai acordar?
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
A gente se deu tão bem
Que o tempo sentiu inveja
Ele ficou zangado e decidiu
Que era melhor ser mais veloz e passar rápido pra mim
Parece que até jantei
Com toda a família e sei
Que seu avô gosta de discutir
Que sua avó gosta de ouvir você dizer que vai fazer O tempo engatinhar
Que era melhor ser mais veloz e passar rápido pra mim
Parece que até jantei
Com toda a família e sei
Que seu avô gosta de discutir
Que sua avó gosta de ouvir você dizer que vai fazer O tempo engatinhar
Do jeito que eu sempre quis
Se não for devagar
Que ao menos seja eterno assim
Se não for devagar
Que ao menos seja eterno assim
Espero o dia que vem
Pra ver se te vejo
E faço o tempo esperar como esperei
A eternidade se passar nos dois segundos sem você
Agora eu já nem sei
Se hoje foi anteontem
Me perdi lembrando o teu olhar
O meu futuro é esperar pelo presente de fazer
Pra ver se te vejo
E faço o tempo esperar como esperei
A eternidade se passar nos dois segundos sem você
Agora eu já nem sei
Se hoje foi anteontem
Me perdi lembrando o teu olhar
O meu futuro é esperar pelo presente de fazer
Se o tempo se abrir talvez
Entenda a razão de ser
De não querer sentar pra discutir
De fazer birra toda vez que peço tempo pra me ouvir
Entenda a razão de ser
De não querer sentar pra discutir
De fazer birra toda vez que peço tempo pra me ouvir
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
penso
seu hálito refresca os meus problemas e o meu futuro
chances de estar no presente muito melhor que o passado que me recorda coisas absurdas.
sinto seu dedos modelando o meu cérebro
nunca desejei com tanta ansiedade isso
chances de estar no presente muito melhor que o passado que me recorda coisas absurdas.
sinto seu dedos modelando o meu cérebro
nunca desejei com tanta ansiedade isso
informação do porém
chegando por pouco, o silencio brutal e medonho. A pausa nunca acaba.
Remédio para a vontade passageira de nao curar o sentimento, oh, outra insensatez!
pele nua, crua, desejo.
Seus cabelos se enrolam nos meus dedos, me sinto finalmente confortável.
Sua respiração ativa meu fogo, meus hormônios gritam, berram.
Mambembe, mulambro, escravo de meus pensamentos. Ousa me desafiar?
Estranho toque macio ativando minha tristeza de falta
inconscientemente voce me atrai e me tem,
Eu pirei.
Remédio para a vontade passageira de nao curar o sentimento, oh, outra insensatez!
pele nua, crua, desejo.
Seus cabelos se enrolam nos meus dedos, me sinto finalmente confortável.
Sua respiração ativa meu fogo, meus hormônios gritam, berram.
Mambembe, mulambro, escravo de meus pensamentos. Ousa me desafiar?
Estranho toque macio ativando minha tristeza de falta
inconscientemente voce me atrai e me tem,
Eu pirei.
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