sábado, 11 de junho de 2011

Ela chora de agonia, de tensão, de palpites desnecessários.. Acabou a liberdade? Não sente falta daquilo que a fazia bem.. nunca sentiu, era ilusão. Era apenas o acolhimento de qualquer estranho que passasse na rua.
A confusão virou a tona, os mágicos não sabia o que fazer com aquele rosto sincero, as mágicas não funcionavam mais. Pare de sentir menina, pare!
Os músculos complexa-dos se contraíram e ela parou de sentir.. o escuro tomou-a como um copo de café. Ao tardar aquele ferro velho em volta dela, sem coração, sem órgãos por dentro. A transformação não foi negativa.
Os batimentos agora eram de ansiedade, passos rítmicos, agoniza ansiedade da outra forma.

Não aguentou mais, o sentir impossibilitado de reciprocidade sempre esteve presente.
Contanto as visitas oportunas não faziam mais sentido. Ouviu-se um grito de dor.
Foi a unica coisa que se sentiu por não sentir nada.

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